terça-feira, 18 de maio de 2010
Férias Felizes Animais Felizes
Verão…Tempo de Férias!
Agora que é chegado o tempo de férias não esqueça os seus animais.
Põe-se a questão: “Onde os deixar durante este período?”
Se puder leve-os consigo; faça-o, porque os animais são bons companheiros em quase todas as situações e as suas férias serão certamente, para si e para o seu animal, mais agradáveis e divertidas.
Existem hotéis, pensões, pousadas e apartamentos que deixam os animais permanecer com os donos desde que estes assegurem o bom comportamento e o asseio do animal. Existem igualmente empresas que vão a casa tratar dos animais: empresas especializadas; saiba quais os custos e se estiver dentro das suas posses adopte este sistema.
Se não for possível, fale com colegas, amigos ou familiares, que tenham animais, cuja data de ferias não coincidam, e tentem fazer uma permuta; toma conta do animal do seu colega, amigo ou vizinho quando estes forem de ferias e eles ficam com o seu quando chegar a altura e vice-versa. Esta é uma situação que não acarreta encargos e que facilmente se põe em prática. A melhor solução para quem não queira levar o seus animais de férias, será sempre de deixa-los em casa, pois, não se vêem privados do seu local preferido, principalmente se se trata de gatos, estes animais são muito sensíveis e muito ciosos do local a que estão confinados.
Todos os anos no inicio das ferias as associações zoófilas vêem-se confrontadas com o abandono de animais.
Esta situação pode ser evitada com uma programação atempada de onde os deixar.
Este é um apelo para que as pessoas recorram a outros métodos que não o abandono.
Antecipe o que fazer com as férias do seu animal.
Acredite que com imaginação pode ter umas férias felizes fazendo o seu animal feliz.
Agora a opção é sua!
Não esqueça que o abandono de um animal é um acto cruel e impróprio de pessoas civilizadas.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL
TESTES DE COSMÉTICOS EM ANIMAIS
A maior parte das grandes empresas de cosméticos e artigos de higiene pessoal testam em animais.
Todos os dias usamos produtos como dentífricos champôs, desodorizantes, sabonetes, artigos de beleza, produtos de limpeza para uso doméstico, produtos químicos que compõem as tintas, amoníacos, sprays, etc., que foram pagos com o sofrimento de milhares de animais.
O método "Draize" é um dos mais utilizados e consiste na aplicação directa dos produtos nos olhos de animais conscientes, para saber se são nocivos, ou não, ao homem. Não é dada anestesia ou nenhuma forma de aliviar a dor, pois isso poderia interferir nos resultados dos testes. No entanto, a cultura de células artificiais consegue prever estes resultados, uma vez que estes se dão a nível celular. Assim, este método, além de ser inútil, é extremamente cruel, causando sofrimentos horríveis aos animais acabando muitas vezes por os levar à cegueira.
Outros métodos utilizados incluem: a aplicação de produtos químicos na pele rapada dos animais e a ingestão de produtos altamente tóxicos. Este método designa-se por "Teste de Dose Letal". Consiste em determinar a dose de produto que é necessária para matar uma percentagem de animais forçados a ingeri-lo. Existem muitas maneiras e mais precisas de nos assegurarmos de que os produtos que utilizamos são inócuos. Devido à pressão dos consumidores, que cada vez em maior número se recusam a comprar produtos testados em animais, um número crescente de empresas (como é o caso da Gillette) está a substituir os animais por tubos de ensaio, programas de computador, voluntários humanos, pele humana artificial, produtos naturais e inofensivos e outros métodos que asseguram que os seus produtos não são nocivos às pessoas.
OS ANIMAIS POSSUEM UM SISTEMA NERVOSO DESENVOLVIDO, SENTEM A DOR E SOFREM COMO NÓS.
É UM CRIME APRISIONÁ-LOS E TORTURÁ-LOS EM NOME DA BELEZA E DA VAIDADE.
É UM CRIME UTILIZÁ-LOS EM NOME DA GANÂNCIA E DOS LUCROS.
OS ANIMAIS NÃO SE PINTAM, NÃO USAM PERFUMES, BATONS, CREMES, NÃO TÊM MEDO DE ENVELHECER, NÃO PRECISAM DE ESCONDER AS RUGAS, NÃO UTILIZAM PRODUTOS DOMÉSTICOS... PORQUE É QUE ELES TÊM DE SOFRER QUANDO SOMOS NÓS QUE O FAZEMOS!?
AO COMPRAR PRODUTOS TESTADOS EM ANIMAIS ESTÁ A CONTRIBUIR PARA ESTE CRIME.
EXIJA PRODUTOS SEM CRUELDADE!
BOICOTE!
A PRESSÃO DO CONSUMIDOR É A MELHOR FORMA DE COMBATER ESTA TORTURA.
A maior parte das grandes empresas de cosméticos e artigos de higiene pessoal testam em animais.
Todos os dias usamos produtos como dentífricos champôs, desodorizantes, sabonetes, artigos de beleza, produtos de limpeza para uso doméstico, produtos químicos que compõem as tintas, amoníacos, sprays, etc., que foram pagos com o sofrimento de milhares de animais.
O método "Draize" é um dos mais utilizados e consiste na aplicação directa dos produtos nos olhos de animais conscientes, para saber se são nocivos, ou não, ao homem. Não é dada anestesia ou nenhuma forma de aliviar a dor, pois isso poderia interferir nos resultados dos testes. No entanto, a cultura de células artificiais consegue prever estes resultados, uma vez que estes se dão a nível celular. Assim, este método, além de ser inútil, é extremamente cruel, causando sofrimentos horríveis aos animais acabando muitas vezes por os levar à cegueira.
Outros métodos utilizados incluem: a aplicação de produtos químicos na pele rapada dos animais e a ingestão de produtos altamente tóxicos. Este método designa-se por "Teste de Dose Letal". Consiste em determinar a dose de produto que é necessária para matar uma percentagem de animais forçados a ingeri-lo. Existem muitas maneiras e mais precisas de nos assegurarmos de que os produtos que utilizamos são inócuos. Devido à pressão dos consumidores, que cada vez em maior número se recusam a comprar produtos testados em animais, um número crescente de empresas (como é o caso da Gillette) está a substituir os animais por tubos de ensaio, programas de computador, voluntários humanos, pele humana artificial, produtos naturais e inofensivos e outros métodos que asseguram que os seus produtos não são nocivos às pessoas.
OS ANIMAIS POSSUEM UM SISTEMA NERVOSO DESENVOLVIDO, SENTEM A DOR E SOFREM COMO NÓS.
É UM CRIME APRISIONÁ-LOS E TORTURÁ-LOS EM NOME DA BELEZA E DA VAIDADE.
É UM CRIME UTILIZÁ-LOS EM NOME DA GANÂNCIA E DOS LUCROS.
OS ANIMAIS NÃO SE PINTAM, NÃO USAM PERFUMES, BATONS, CREMES, NÃO TÊM MEDO DE ENVELHECER, NÃO PRECISAM DE ESCONDER AS RUGAS, NÃO UTILIZAM PRODUTOS DOMÉSTICOS... PORQUE É QUE ELES TÊM DE SOFRER QUANDO SOMOS NÓS QUE O FAZEMOS!?
AO COMPRAR PRODUTOS TESTADOS EM ANIMAIS ESTÁ A CONTRIBUIR PARA ESTE CRIME.
EXIJA PRODUTOS SEM CRUELDADE!
BOICOTE!
A PRESSÃO DO CONSUMIDOR É A MELHOR FORMA DE COMBATER ESTA TORTURA.
COMO QUER O SEU CASACO DE PELES?
Os casacos de peles apresentados na televisão transmitem uma imagem de elegância e riqueza. Tudo se desmorona quando nos apercebemos da horrível morte que foi infligida aos verdadeiros donos destas peles.
Todos os anos, em nome da moda, milhões de animais sofrem uma morte lenta e dolorosa. Dê uma olhadela ao espectáculo de horrores da indústria de peles!
Captura de animais selvagens
A armadilha de mandíbulas é a mais utilizada na captura de animais em vida livre. Este instrumento é accionado quando o animal pisa o sistema de disparo, fazendo com que as mandíbulas de metal se cerrem e o prendam pela pata. Desprovido de alimento, água e qualquer tipo de protecção dos predadores, pelo menos 1 em cada 4 animais rói a própria pata na tentativa desesperada de se libertar. Os que o conseguem fazer acabam por morrer pouco depois em consequência da perda de sangue, de infecção, de fome ou caçados devido à vulnerabilidade face ao predador. Os animais que não conseguem escapar, aguardam em sofrimento durante vários dias ou até mesmo semanas, até que o caçador volte para verificar a sua armadilha e lhes aplique o golpe final, asfixiando-os com os pés. Muitas vezes, os animais não resistem à espera prolongada e morrem de fome, de frio, de desidratação ou atacados por predadores.
Estima-se que todos os anos, pelo menos 5 milhões de animais como cães, gatos, pássaros, esquilos e até mesmo animais de espécies em vias de extinção sejam acidentalmente apanhados, mutilados e mortos nas armadilhas.
Em 1994, um estudo feito nos Estados Unidos concluiu que apenas 4 % do rendimento económico das pessoas que se dedicam a esta actividade provêm da armadilhagem. Amadores capturam e matam animais nos seus tempos livres por lazer e para obterem um rendimento adicional.
A arbitrariedade e a crueldade subjacentes a estes métodos levaram 93 estados, entre os quais os que integram a União Europeia, a proibirem a captura de animais com recurso a armadilhas de mandíbulas.
Criação de animais em cativeiro
A criação em quintas industriais não é menos cruel que a captura por armadilhas e está muito longe das idílicas cenas de pastos verdes, onde os animais correm e brincam livremente. Na realidade, os animais passam as suas curtas vidas em pequenas gaiolas no exterior, estando, portanto, expostos às variações climatéricas e às intempéries.
Confinados a um espaço reduzido, os animais que em vida livre costumam ser activos não podem agir de forma natural e instintiva, adquirindo por isso comportamentos nervosos. Do encarceramento a que estão sujeitos, resultam muitas vezes auto-mutilações e canibalismo. O nível de stress elevado fragiliza o sistema imunitário do animal, levando-o, em cerca de 20 % dos casos, à morte. Muitas raposas desenvolvem o que parece ser um comportamento psicótico, batendo com força nas paredes da gaiola durante todo o dia ao moverem-se furiosamente para um lado e para o outro. Algumas desenvolvem problemas nas patas por ficarem vários meses em pé sobre uma estrutura de arame.
Os animais criados em quintas sofrem de consanguinidade e consequentemente nascem com deficiências como deformação dos órgãos sexuais, hemorragias internas e espasmos no pescoço.
A dieta artificial administrada a estes animais é ainda causadora de problemas digestivos.
Antes de serem transformados em casacos de peles, os animais têm de sofrer uma outra tortura, não menos cruel do que as já experimentadas: a matança. Depois de uma vida passada em condições deploráveis, os animais são electrocutados, asfixiados, envenenados, gaseados ou estrangulados. Às raposas são-lhes cortadas as línguas e deixadas a sangrar até à morte. Os criadores recorrem a estes métodos de matança para que as peles fiquem intactas. Nem todos os animais morrem imediatamente -- alguns chegam a ser esfolados ainda com vida!
Embora seja legítimo o desenvolvimento de uma actividade económica da parte dos seres humanos, nada pode legitimar que o façam com a perda de vidas de outros seres, e muito menos com o exercício de práticas cruéis.
Número de animais usados para fazer um casaco de peles de comprimento médio:
125 arminhos
100 chinchilas
70 martas-zibelinas
50 martas canadianas
30 ratos almiscarados
30 sariguéias
30 coelhos
27 guaxinins
17 texugos
14 lontras
11 raposas douradas
11 linces
9 castores
Como ajudar
O homem primitivo caçava o necessário para a sua alimentação, e aproveitava as peles dos animais para se cobrir das intempéries. Hoje utilizam-se os animais para alimentar a vaidade de pessoas frívolas, que só pensam em satisfazer os seus caprichos, marcar a diferença social e exibir a fortuna. Porém, para se vestir elegantemente não é preciso contribuir para o horroroso sofrimento e morte de animais. Existem hoje lindíssimas peles sintéticas que imitam perfeitamente as genuínas.
A defesa dos direitos dos animais exige que sejam tomadas medidas concretas. Em todo o mundo, cada vez mais pessoas, muitas das quais conhecidas, tomam iniciativas contra o escabroso negócio das peles. Portugal não é excepção, a mentalidade está a mudar e muitas vezes um casaco de peles já é encarado como um sinal exterior de pobreza de espírito.
Junte-se a nós neste movimento e concretize uma ou mais das iniciativas que se seguem:
- Recuse-se a comprar produtos de pele;
- Escreva cartas para lojas e fornecedores, explicando o sofrimento que está por trás de cada casaco de peles;
- Apoie as lojas que não vendem peles;
- Colabore nas campanhas de sensibilização;
- Ensine os outros a respeitar todos os seres vivos.
Todos os anos, em nome da moda, milhões de animais sofrem uma morte lenta e dolorosa. Dê uma olhadela ao espectáculo de horrores da indústria de peles!
Captura de animais selvagens
A armadilha de mandíbulas é a mais utilizada na captura de animais em vida livre. Este instrumento é accionado quando o animal pisa o sistema de disparo, fazendo com que as mandíbulas de metal se cerrem e o prendam pela pata. Desprovido de alimento, água e qualquer tipo de protecção dos predadores, pelo menos 1 em cada 4 animais rói a própria pata na tentativa desesperada de se libertar. Os que o conseguem fazer acabam por morrer pouco depois em consequência da perda de sangue, de infecção, de fome ou caçados devido à vulnerabilidade face ao predador. Os animais que não conseguem escapar, aguardam em sofrimento durante vários dias ou até mesmo semanas, até que o caçador volte para verificar a sua armadilha e lhes aplique o golpe final, asfixiando-os com os pés. Muitas vezes, os animais não resistem à espera prolongada e morrem de fome, de frio, de desidratação ou atacados por predadores.
Estima-se que todos os anos, pelo menos 5 milhões de animais como cães, gatos, pássaros, esquilos e até mesmo animais de espécies em vias de extinção sejam acidentalmente apanhados, mutilados e mortos nas armadilhas.
Em 1994, um estudo feito nos Estados Unidos concluiu que apenas 4 % do rendimento económico das pessoas que se dedicam a esta actividade provêm da armadilhagem. Amadores capturam e matam animais nos seus tempos livres por lazer e para obterem um rendimento adicional.
A arbitrariedade e a crueldade subjacentes a estes métodos levaram 93 estados, entre os quais os que integram a União Europeia, a proibirem a captura de animais com recurso a armadilhas de mandíbulas.
Criação de animais em cativeiro
A criação em quintas industriais não é menos cruel que a captura por armadilhas e está muito longe das idílicas cenas de pastos verdes, onde os animais correm e brincam livremente. Na realidade, os animais passam as suas curtas vidas em pequenas gaiolas no exterior, estando, portanto, expostos às variações climatéricas e às intempéries.
Confinados a um espaço reduzido, os animais que em vida livre costumam ser activos não podem agir de forma natural e instintiva, adquirindo por isso comportamentos nervosos. Do encarceramento a que estão sujeitos, resultam muitas vezes auto-mutilações e canibalismo. O nível de stress elevado fragiliza o sistema imunitário do animal, levando-o, em cerca de 20 % dos casos, à morte. Muitas raposas desenvolvem o que parece ser um comportamento psicótico, batendo com força nas paredes da gaiola durante todo o dia ao moverem-se furiosamente para um lado e para o outro. Algumas desenvolvem problemas nas patas por ficarem vários meses em pé sobre uma estrutura de arame.
Os animais criados em quintas sofrem de consanguinidade e consequentemente nascem com deficiências como deformação dos órgãos sexuais, hemorragias internas e espasmos no pescoço.
A dieta artificial administrada a estes animais é ainda causadora de problemas digestivos.
Antes de serem transformados em casacos de peles, os animais têm de sofrer uma outra tortura, não menos cruel do que as já experimentadas: a matança. Depois de uma vida passada em condições deploráveis, os animais são electrocutados, asfixiados, envenenados, gaseados ou estrangulados. Às raposas são-lhes cortadas as línguas e deixadas a sangrar até à morte. Os criadores recorrem a estes métodos de matança para que as peles fiquem intactas. Nem todos os animais morrem imediatamente -- alguns chegam a ser esfolados ainda com vida!
Embora seja legítimo o desenvolvimento de uma actividade económica da parte dos seres humanos, nada pode legitimar que o façam com a perda de vidas de outros seres, e muito menos com o exercício de práticas cruéis.
Número de animais usados para fazer um casaco de peles de comprimento médio:
125 arminhos
100 chinchilas
70 martas-zibelinas
50 martas canadianas
30 ratos almiscarados
30 sariguéias
30 coelhos
27 guaxinins
17 texugos
14 lontras
11 raposas douradas
11 linces
9 castores
Como ajudar
O homem primitivo caçava o necessário para a sua alimentação, e aproveitava as peles dos animais para se cobrir das intempéries. Hoje utilizam-se os animais para alimentar a vaidade de pessoas frívolas, que só pensam em satisfazer os seus caprichos, marcar a diferença social e exibir a fortuna. Porém, para se vestir elegantemente não é preciso contribuir para o horroroso sofrimento e morte de animais. Existem hoje lindíssimas peles sintéticas que imitam perfeitamente as genuínas.
A defesa dos direitos dos animais exige que sejam tomadas medidas concretas. Em todo o mundo, cada vez mais pessoas, muitas das quais conhecidas, tomam iniciativas contra o escabroso negócio das peles. Portugal não é excepção, a mentalidade está a mudar e muitas vezes um casaco de peles já é encarado como um sinal exterior de pobreza de espírito.
Junte-se a nós neste movimento e concretize uma ou mais das iniciativas que se seguem:
- Recuse-se a comprar produtos de pele;
- Escreva cartas para lojas e fornecedores, explicando o sofrimento que está por trás de cada casaco de peles;
- Apoie as lojas que não vendem peles;
- Colabore nas campanhas de sensibilização;
- Ensine os outros a respeitar todos os seres vivos.
Touradas
Cultura é tudo aquilo que contribui para tornar a humanidade mais sensível, mais inteligente e civilizada. A violência, o sangue, a crueldade, tudo o que humilha e desrespeita a vida jamais poderá ser considerado "arte" ou "cultura". A violência é a negação da inteligência.
Uma sociedade justa não pode admitir actos eticamente reprováveis (mesmo que se sustem na tradição), cujas vítimas directas são milhares de animais.
É degradante ver que nas praças de touros torturam-se bois e cavalos para proporcionar aberrantes prazeres a um animal que se diz racional.
Portugal não se pode permitir continuar a prática do crime económico que é desperdiçar milhares de hectares de terra para manter as manadas de gado, dito bravo. A verdade é que são precisos dois hectares de terreno, o equivalente a dois campos de futebol, para criar em estado bravio cada boi destinado às touradas. Ora isto é tanto mais criminoso quando Portugal é obrigado a importar metade da alimentação que consome. Decerto os milhares de hectares desperdiçados a tentar manter bois em estado bravio, produziriam muito mais útil riqueza se aproveitados em produção agrícola, frutícola, etc.
Uma minoria quer manter as touradas e as praças de touros, bárbara e sangrenta reminiscência das arenas da decadência do Império Romano. De facto nas arenas de hoje o crime é o mesmo: tortura, sangue, sofrimento e morte de seres vivos para divertimento das gentes das bancadas. Como pode continuar tamanha barbaridade como esta, das touradas, no século XXI?
Só pode permanecer como tradição o que engrandece a humanidade e não os costumes aberrantes que a degradam e a embrutecem.
Não seja responsável pela tortura.
Não assista a touradas!
Uma sociedade justa não pode admitir actos eticamente reprováveis (mesmo que se sustem na tradição), cujas vítimas directas são milhares de animais.
É degradante ver que nas praças de touros torturam-se bois e cavalos para proporcionar aberrantes prazeres a um animal que se diz racional.
Portugal não se pode permitir continuar a prática do crime económico que é desperdiçar milhares de hectares de terra para manter as manadas de gado, dito bravo. A verdade é que são precisos dois hectares de terreno, o equivalente a dois campos de futebol, para criar em estado bravio cada boi destinado às touradas. Ora isto é tanto mais criminoso quando Portugal é obrigado a importar metade da alimentação que consome. Decerto os milhares de hectares desperdiçados a tentar manter bois em estado bravio, produziriam muito mais útil riqueza se aproveitados em produção agrícola, frutícola, etc.
Uma minoria quer manter as touradas e as praças de touros, bárbara e sangrenta reminiscência das arenas da decadência do Império Romano. De facto nas arenas de hoje o crime é o mesmo: tortura, sangue, sofrimento e morte de seres vivos para divertimento das gentes das bancadas. Como pode continuar tamanha barbaridade como esta, das touradas, no século XXI?
Só pode permanecer como tradição o que engrandece a humanidade e não os costumes aberrantes que a degradam e a embrutecem.
Não seja responsável pela tortura.
Não assista a touradas!
Urgente
Mais uma vez, os pequenos que se encontram no Canil da Trofa precisam de ajuda! O canil está cheio e esta pequenina e outros estão em risco. Se puder adoptar ou acolher esta menina ou um dos outros pequenos, ajude por favor! É muito urgente!
Contacto: Canil da Trofa tlm. 91 6236740 (Sr. Fernando)
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Animais em apartamentos, regulamento de condomínio
Ultimamente, o departamento Jurídico da LPDA tem recebido muitos telefonemas de pessoas que se vêm confrontadas com o facto de os administradores dos prédios pretenderem introduzir, no regulamento interno do condomínio, a proibição de animais nos apartamentos.
Esta tomada de posição não só contraria Direitos adquiridos como também o direito consignado por lei quanto à permanência de animais em apartamentos.
Para além disso, trata-se de uma posição que interfere com o direito das pessoas no que se refere à sua vida particular e pior do que isso, trata-se de uma marginalização dos animais que pode e leva muitas vezes ao seu abandono, por falta de esclarecimento.
Se se deparar com esta situação pode consultar mais informações através do nosso site em www.lpda.pt, ou, em situações de maior urgência contacte-nos por e–mail: info@lpda.pt, ou, através do telefone 214578413 de 2ª a 6ª feira das 16 às 18,30 departamento jurídico.
Esta tomada de posição não só contraria Direitos adquiridos como também o direito consignado por lei quanto à permanência de animais em apartamentos.
Para além disso, trata-se de uma posição que interfere com o direito das pessoas no que se refere à sua vida particular e pior do que isso, trata-se de uma marginalização dos animais que pode e leva muitas vezes ao seu abandono, por falta de esclarecimento.
Se se deparar com esta situação pode consultar mais informações através do nosso site em www.lpda.pt, ou, em situações de maior urgência contacte-nos por e–mail: info@lpda.pt, ou, através do telefone 214578413 de 2ª a 6ª feira das 16 às 18,30 departamento jurídico.
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